Verdades Ocultas ♡
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About:
Margarida,perfeita para caber num bolso,e para conseguir ocupar um livro.Gosta de tudo que faça reviver as boas memórias,mesmo deixando-a triste por um momento.
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True love never dies.

Quote

Sometimes you have to be apart from the people you love,but that doesn't make you love them, any less. Sometimes,you love them more.
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#423 domingo, 1 de julho de 2012 >>20:59
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Sempre odiei cartas de amor, nunca percebi para que é que serviam, mas hoje decidi fazer qualquer coisa diferente:

Eu não acredito em cartas de amor, e tu mais que ninguém sabes disso, por isso não interpretes isto como uma carta de amor, interpreta como um grande texto com carinho para ti, em que te digo tudo aquilo que alguma vez quis dizer em papel. Então vamos começar por pôr todos os pontos nos i's. Primeiro eu nunca te quis magoar, nunca! o meu objectivo era um "olá" e acabou tudo, mas não o foi, e desculpa por isso. Segundo eu amei-te, amei-te até mais não, e tudo o que eu queria é que nenhum dos dois saísse magoado, e desculpa outra vez por te ter mentido. O terceiro ponto é que tudo o que eu te disse sobre mim era verdade, mesmo que os nomes nem sempre fossem aqueles, eu queria-te dizer a verdade, juro que queria, mas eu não podia. Não podia simplesmente auto-destruir tudo o que tinha criado sem intenção de te magoar, eu não ia destruir o que tínhamos. O quarto ponto mas não menos importante é que eu nunca te esqueci, e no dia em que descobriste tudo eu entrei em paranóia e vi o meu mundo todo a cair, a destruir-se, a minha perfeita ilusão não passava mesmo disso, uma ilusão, tão perfeita que me fizera esquecer que nós nunca íamos ter um final como os dos filmes. Eu amava-te, amava-te todos os dias mais um pouco, e eu tive a prova completa disso quando te perdi, e ainda hoje eu sinto saudades tuas, em cada pequeno momento, em cada pequena palavra, em cada pequena memória, és tu que ainda és a minha palavra-chave para os bons momentos. E se amanhã te visse na rua, provavelmente sorria, mas continuaria, porque hoje somos apenas estranhos com memórias, memórias que tu mesmo nem sabes. 

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viagem de finalistas II sábado, 30 de junho de 2012 >>17:25
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Quero voltar para ilha, Alamal, estou a apanhar o comboio.

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viagem de finalistas nono ano para sempre sexta-feira, 29 de junho de 2012 >>05:09
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Voltei de Belver, Alamal, e depois de ter chegado lá andando dois mil e tal tábuas de madeira para chegar ao acampamento, ter tomado banho na maravilhosa praia fluvial, ter decidido qual era a tenda que eu ia ficar com mais 3 raparigas, de ter feito canoagem e de cair do meio do rio, de ter tomado banho num balneário de praia, de ter jantado com moscas, de ter encontrado um sapo gordo que demos a alcunha de Moscas porque ele era maluco por comê-las à noite durante o nosso jogo, da Alice ter dado a queda que nunca ninguém vai esquecer, de ter andado pela praia à uma da manhã com esperança que os 42º desaparecessem, de ter ido dormir para a tenda com a Alice e apenas conseguir adormecer às três da manhã que foi quando deu fresquinho, e de ter acordado com o barulho do ressonar de sapo da Alice, de ter acordado na manhã seguinte com um bicho na cabeça e com uma dor de costas horrível, de ter ido tomar banho ao rio e tomar o pequeno-almoço a seguir, de ter feito tiro ao alvo e zarabatana e uma coisa de não cair, de ter ido tomar banho outra vez ao rio e ter feito paintball com os rapazes, de invadir propriedade privada para beber água, de voltar de taxi e ir para a praia, de lanchar e ir ver o jogo de portugal, de ter feito um jogo de humilhação social por causa de um grupo de vaquinhas, de ter ido dormido para a tenda e ser atacada por melgas, de acordar novamente com o sol na minha cara, de ter ido mais uma vez para a praia, de ter comido de manhã com moscas, de ter feito rappel, de ter andado outra vez as duas mil e tal tábuas para voltar, de ter feito outra vez tiro ao alvo e mais jogos, de ter ido para a praia apanhar um escaldão, de ter arrumado tudo para ir embora, de ter chegado a Lisboa e ver a minha mãe, de ir  tomar banho na minha banheira e de ter adormecido da minha cama. No final quando acordei outra vez na minha cama a ver as quatro paredes de sempre eu só queria ter acordado na minha tenda com o sol na cara, levantado e ver a relva, a seguir as três pontes que iam dar a uma areia fantástica que ia dar ao rio onde as montanhas eram reflectidas, foi das melhores experiências que eu já tive, e coisas desse género não se esquece.
Belver, Alamal, turma 9ºA, viagem de finalistas, para sempre na minha memória.
— 26 - 27- 28 de Junho de 2012

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#422 domingo, 24 de junho de 2012 >>18:42
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Eu espero que a minha matrícula não vá parar a tua escola, porque só hoje descobri que reprovaste, isso significa que se eu fosse para a tua escola eu teria uma oportunidade gigante de ficar na tua turma e isso não, isso eu não aguentaria, não ver-te todos os dias na minha frente e não puder fazer nada. Este destino está a ser cruel para mim, está-me a mostrar que eu posso ter o que eu sempre quis, e mesmo assim ele sabe exactamente que eu não posso fazê-lo, seria auto-destruir-me. Porquê? porquê depois de tanto tempo a resistir de todas as tentações para estar contigo a maioria do tempo o destino faz-me isto? Parece que estou ser posta à prova a toda a hora, e realmente já ninguém quer saber.

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#421 sábado, 23 de junho de 2012 >>17:37
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Tell me how to get back to
Back to summer paradise with you
And I'll be there in a heartbeat
Quick time, quick time girl
Oh-oh
I'll be there in a heartbeat
Quick time, quick time girl
Oh-oh


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